Qual é o futuro das máquinas agrícolas?

Forte tendência de automação e conectividade deve surpreender os produtores e revolucionar as operações no campo

As máquinas agrícolas estão cada vez mais modernas, mais potentes e, o melhor de tudo, inteligentes e conectadas. A utilização de equipamentos de agricultura de precisão permite que as máquinas se comuniquem. O produtor pode optar por investir, por exemplo, em antenas, monitor para plantadeira, piloto automático, controlador de pulverização, receptor de sinais de satélite, controle de adubação a taxa variável, kit GPS, entre outros. A Bayer está atenta aos lançamentos de novas tecnologias e oferece diversas ofertas de equipamentos para resgate por pontos na Rede AgroServices, confira as opções aqui. Uma novidade de grande destaque é o Climate FieldView, uma tecnologia que revoluciona a gestão das operações agrícolas.

A conectividade promove um grande avanço nas operações de campo. Esse contexto resulta na coleta de dados em tempo real que permitem análises preciosas para as tomadas de decisão de manejo. “As máquinas se tornaram mais eficientes. Hoje temos muitas soluções de conectividade, com 3G, wifi, satélite, internet via rádio. Há soluções que podem gerar relatórios de produtividade, mapas de colheita, identificar áreas de maior fertilidade. Tudo isso é gerado de forma automática”, afirma Rodrigo Tamani, Diretor de Contas Corporativas da Vantage Centro-Sul – Geo Agri, que é parceira da Rede AgroServices.

 

Vale a pena investir?

As máquinas agrícolas representam um ativo importante na fazenda, com investimento muitas vezes superior a R$ 1 milhão por máquina. Os produtores desembolsam recursos significativos para as operações, em gastos com combustível e custo de mão de obra. Além disso, as máquinas depositam as sementes, aplicam fertilizantes e defensivos, insumos cruciais para o sucesso da safra que não podem ser desperdiçados. “Os insumos representam de 30% a 40% do custo total da lavoura. O custo é alto e o produtor precisa ser eficiente na aplicação”, diz o diretor da Vantage Centro-Sul – Geo Agri.

De acordo com Tamani, esse apelo financeiro prova que vale a pena adotar novas tecnologias para o maquinário. Há ainda a vantagem de que esse tipo de investimento é amortizado no curto prazo, gerando retorno em até dois anos. “Existe a necessidade de saber o que as máquinas estão fazendo, qual é a velocidade de trabalho, a temperatura de óleo, como os insumos estão sendo aplicados, informações agronômicas. Muitos dados precisam chegar de forma rápida e confiável para o tomador de decisão”, afirma Tamani.

 

Automação traz comodidade para o produtor

O produtor passa a ter maior controle sobre o acontece no campo e na hora certa, enquanto há tempo de contornar erros de operação e prevenir perdas. “Vamos supor que uma máquina excedeu a velocidade ideal de operação, quando isso ocorre o gestor recebe automaticamente um alerta. O sistema também vai indicar a melhor rota para reduzir o tempo da operação e reduzir o consumo de combustível. Tudo isso vai facilitar cada vez mais a vida do produtor”, diz Tamani.

Por isso, observa-se que a automação é uma forte tendência para as máquinas agrícolas e existem no mercado várias novidades que permitem gerir a frota com mais eficiência e melhoram os resultados da safra. “Muitas máquinas já vêm [de fábrica] com funcionalidades embutidas. A quantidade de inovação é enorme e observamos muito investimento com foco em autonomia das operações. O conforto para o operador vai ser bem maior e também aumenta a confiabilidade do produtor de que a operação está sendo feita de forma correta”, afirma Tamani. Segundo ele, esse contexto é bom para o bolso do produtor, para o meio ambiente e permite a rastreabilidade da produção, uma tendência cada vez mais exigida pelo mercado consumidor.

Equipamentos de alta tecnologia permitem realizar um plantio de qualidade, com a dose correta de sementes e de fertilizantes e melhor espaçamento entre sementes. Outro exemplo de benefício é a possibilidade de georreferenciamento. O produtor pode criar “cercas” geográficas virtuais. “Se sair da rota, automaticamente o gestor recebe comunicado”, diz Tamani. Esse recurso pode até mesmo garantir a segurança dos ativos e alertar o produtor em caso de suspeita de furto de máquinas, por exemplo.

 

Piloto automático

O uso de piloto automático é uma realidade no campo brasileiro, que significou um passo importante rumo à automação das máquinas agrícolas. Segundo Tamani, o setor sucroenergético adotou rapidamente a tecnologia de piloto automático em busca de maior produtividade para a cana. “O principal vilão das perdas no canavial é a compactação de solo. O piloto automático permite que a máquina sempre trafegue no mesmo local, o principal benefício é o tráfego controlado”, explica Tamani.

O setor canavieiro está sempre buscando novas tecnologias para aprimorar a gestão da frota. Quanto mais precisa for a gravação de mapas de plantio durante a operação e posterior transferência das informações para a operação de colheita, mais adequada será a rota que as robustas colhedoras percorrerão no canavial, evitando que a cana sofra amassamentos e perdas. A mesma lógica se aplica aos casos de produtores de soja, milho e outras culturas que desejam aprimorar o manejo e otimizar o uso de maquinário. “Eficiência é fundamental para todas as culturas”, diz Tamani.

Ele recomenda a adoção de equipamentos como o Monitor TMX-2050 da Trimble, com poderoso hardware, sistema Android e várias funcionalidades para acompanhar as operações agrícolas de forma precisa e intuitiva, confira aqui. Com ele, é possível obter relatórios estatísticos de qualidade de plantio como população, falhas e sementes duplas no plantio. Além disso, é possível ter um relatório de qualidade de plantio, auxiliando o produtor no monitoramento do stand de cada talhão na sua fazenda.

 

Manejo preciso

Uma novidade de destaque na Rede AgroServices é o Climate FieldView, uma robusta plataforma digital que permite acompanhar integralmente todas as operações agrícolas. O produtor acompanha o desenvolvimento vegetativo da lavoura com imagens de satélite e conta com relatórios automatizados e mapas de alta resolução para tomar as decisões de manejo na hora certa. É como se a lavoura “falasse” com o produtor, o sistema automaticamente coleta dados, que são acessados de forma rápida e confiável pelo agricultor por meio do uso de Ipad (leia mais: agricultura Digital revoluciona o monitoramento das lavouras).

As tecnologias de agricultura de precisão não se restringem ao uso de máquinas agrícolas. O objetivo é gerenciar todas as etapas de manejo da lavoura de forma cada vez mais eficiente. O campo está de porteiras abertas para o uso de diversos sensores e novidades como os drones. Atuando como distribuidor de equipamentos, a Vantage Centro-Sul – Geo Agri também oferta na Rede AgroServices drones da empresa suíça Sense Fly, estações meteorológicas da Metos e um medidor de biomassa chamado Green Seeker. “Oferecemos drone com câmera multiespectral que detecta diferenças de produtividade que a olho nu o produtor não conseguiria ver”, conta Tamani.

Vale destacar também que há na Rede AgroServices oferta de equipamentos para irrigantes, com sensores que automatizam a operação com o objetivo de economizar no consumo de água e aumentar a eficiência da irrigação. “Acho fantástico o que a Rede AgroServices proporciona. É realmente um programa de fidelidade que contribui para o produtor, com serviços para maior eficiência e maior lucratividade”, diz Tamani.

 

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A Rede AgroServices oferece várias ofertas de equipamentos de Agricultura de Precisão que podem ser resgatados por pontos na plataforma digital.

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