Skip links

13.06.2017

América Latina e África Austral lideram na produção global de milho

A safra de milho nessas regiões cresce 1,4%; a produção mundial de cereais cai 0,5% neste ano

AGÊNCIA BRASIL

Segundo a FAO, há um equilíbrio nos mercados mundiais de produtos alimentares, impulsionado pela grande oferta de trigo, de milho e pela produção de oleaginosas
Segundo a FAO, há um equilíbrio nos mercados mundiais de produtos alimentares, impulsionado pela grande oferta de trigo, de milho e pela produção de oleaginosas (Foto: maktub2499/Shutterstock)
A América Latina e a África Austral devem liderar a produção global de milho e serão responsáveis pelo crescimento da produção em 1,4% este ano. Os dados constam do Resumo da Oferta e Demanda de Cereais, publicado dia 8 pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), chefiada pelo brasileiro José Graziano. A informação é da ONU News.
 

O estudo, divulgado em Roma revela que a produção mundial de trigo vai baixar 2,2% enquanto a de arroz deve aumentar 0,7%. Em geral, a FAO prevê uma queda de meio ponto percentual na produção mundial de cereais em relação ao ano passado, que deve situar-se em 2.594 milhões de toneladas em 2017.

O relatório cita o Brasil e os Estados Unidos porque devem aumentar as exportações da carne, cuja produção global deve estagnar pelo terceiro ano consecutivo. O principal fator será uma queda que está prevista para a China. A produção global de leite deve aumentar 1,4% em 2017, impulsionada por uma rápida expansão na Índia.

A agência da ONU revelou ainda que há um equilíbrio nos mercados mundiais de produtos alimentares, impulsionado pela grande oferta de trigo, de milho e pela produção de oleaginosas.

Na análise semestral Perspetivas Alimentares, a FAO prevê que aumentem as importações globais de alimentos para US$ 1,3 trilhão este ano com a subida de custos de envio e dos volumes de importação. O aumento corresponde a 10,6% em relação a 2016.

Os peixes são a única categoria que não vai aumentar o preço dos alimentos importados pelos países menos desenvolvidos. O ritmo da subida será mais acelerado em países de baixa renda com déficit de alimentos e na África Subsaariana, pelos elevados volumes de importação de produtos como carne, açúcar, laticínio e oleaginosas.

Leia esta matéria na íntegra no site da Agência Brasil.

Agora você pode sugerir pautas para a redação da Rede AgroServices. É só mandar um e-mail pra gente: falecomoeditor@imgcontent.com.br